Lilypie Kids Birthday tickers

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Aniversário do Gu e 3 meses do Otto.

Tem uma coisa, não sei se por coincidência ou por acaso, que marca nossa família com datas.
Nos casamos no dia do aniversário do Gu, não era esta a data escolhida mas por conta de informações atravessadas incorretas, acabamos por alterar a data da cerimônia e...
... é esta a nossa data, 01/11/2003. Fizemos bodas de madeira, 5 anos.
Em 26/11/2007, aniversário da minha irmã caçula, confirmei minha gravidez.
E em 04/08/2008, meu aniversário, nasce nosso filho, Otto.
Nossos amigos nos sacaneam, dizem que somos tão planejados que até nisso fomos metódicos, mas digo a vocês que foi, como disse no início, acaso ou coincidência.
Mas, como diz minha irmã caçula, é Deus provendo e não essas duas coisas que nós tanto falamos, por hábito.
Bom, com isso sábado comemoramos com parte de nossos padrinhos de casamento que tb são nossos amigos, as duas coisas.
Otto, para nossa surpresa, pois sinceramente achamos que ele fosse estranhar por só ficar comigo em casa, se comportou como se vivesse na doideira todos os dias.
Uma mulherada falando todas junto a tarde na casa da sogra e ele lá dormindo.
A noite, nós conversando e o povo bebendo a contar piada e gargalhadas altas e....
...ele lá, dormindo!
Pensei, vai me dar trabalho na madrugada, que nada! Dormiu!!!!!!
Pensei novamente, amanhã vai estar chatinho, que nada! Niver do meu avô, trocentas pessoas da família e pega daqui e no colo de outro acolá e ele lá....só reclamou por conta do calor.
Mas não demoramos muito, nem nós estávamos aguentando!!!
E nosso fim de semana foi assim, tumultuado mas divertido, risos!
No domingo dia 26/10, estava na cozinha preparando algo pra comer e Gu no computador, daí fui dar uma olhada no Otto que estava no berço e pra minha surpresa, estava de bruços apoiado no braço e ainda conversando com o cavalo marinho do protetor de berço, como virou não sei. O coloquei de barriga pra cima e estava bricando com o golfinho (móbile) a hora que saí do quarto.
Está conversando muito e agora não fica mais no "agu", agora ele faz outros sons e dá gritinhos. Mas a mão não sai da boca, não o dedo, a mão inteira. A Pediatra disse ser comum em bebês nesta idade.
Hoje ele faz 3 meses de vida e fomos a consulta com a Ped pra saber sua altura (59,5cm) e peso (5.275kg), , engordou 715g no mês, graças a Deus está ótima.


3° mês

No terceiro mês o bebê já está ampliando sua capacidade de descobrir o mundo que o cerca. De bruços, consegue apoiar-se nos antebraços para observar as coisas ao seu redor. Nesta fase o bebê descobre as mãos e passará horas brincando com elas, olhando-as ou levando-as à boca. Como ainda não consegue usar os dedos separadamente, sua principal ocupação será agarrar os objetos que estão próximos e segurá-los com força. Quando sentado com apoio nas costas, mantém a cabeça firme. E já consegue esfregar os olhos.
A linguagem começa a se desenvolver e ele emite sons ininteligíveis. Nesse ponto, a estimulação dos pais é muito importante, pois o desenvolvimento da criança nos primeiros meses de vida está ligado diretamente ao estímulo que recebe.
É durante o terceiro mês que as lágrimas aparecem! Conversar com a criança enquanto ela toma banho é uma excelente forma de estimulá-la, Móbiles e brinquedos que fazem barulho podem ser colocados no berço do bebê, que agora já consegue prestar atenção neles. As brincadeiras com o bebê, principalmente quando o pai está presente, ajudam a criança em seu desenvolvimento. Mas não devem ser exageradas ou muito prolongadas, nem acontecerem muito perto do horário em que a criança vai dormir, pois ela ficaria excitada e teria um sono perturbado.
Uma outra forma de estimulação importante é o passeio diário, que contribui muito para a vivência do bebê. Para carregar a criança nos 3 primeiros meses, nada melhor que o uso do canguru! Além de permitir que a pessoa que carrega o bebê fique com as mãos livres, o embalo e o calor que a criança recebe faz com que ela se acalme e durma.

Choro: as cólicas, a fome e as assaduras ainda são as maiores causadoras do choro do bebê. Mas, sim, a ansiedade da pessoa que cuida do bebê, a falta de rotina nos horários de alimentação e a higiene também podem causar estresse ao bebê, que reagirá chorando.

Alimentação: Atente-se sempre às manifestações de fome do seu bebê.

3° mês Completo: PesoMeninos – 5,7 kg
EstaturaMeninos – 61 cm


Lá vai uma foto, pra marcar!!!


quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O tempo e a criança

O tempo passa... ... aproveitem. Olhem seus filhos, se possível, nunca durmam, porque o rostinho deles esta sempre em constante mudança... aquele bebê, tão miúdo, cadê? Tinha cara de joelho, depois tinha bochechinhas e quando vamos ver, estão cheios de espinhas...

Não fechem os olhos, aproveitem, dêem de mamar como se fosse a última vez... porque amanhã é sempre um dia incerto e o dia do desmame chega a cavalo... mesmo pra aquelas que insistem em amamentar por muito tempo... ele também passa... o tempo não perdoa..

O tempo não perdoa... use seus olhos como uma câmera de filmar... muito desse filme, só você vai registrar. Seu bebê não vai lembrar, seu marido estava trabalhando... mas você estava lá. É seu tempo, sua vez, seu tesouro.

Um dia, bem velhinha, você vai contabilizar que nem mesmo todo carinho do mundo foi suficiente, porque você daria seus últimos segundos pra voltar ao dia que ele chegou nos seus braços, que você sabia que só você tinha a solução, e a solução - pasmem - era você mesma! Pois você reunia o alimento, o aconchego, ... e que aquela carinha dele, dormindo no seu colo, aninhando,... era tudo nessa vida.

Aproveitem."

Anna Arena

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O sono do Bebê!

Não acorde um bebé que dorme.
Um recém nascido dorme raramente toda a noite. Compreender como funciona o seu sono pode ajudar os pais a suportar as noites em branco.....
Ao voltar da maternidade, o bebé oferece um concerto todas as noites. Acorda de 2 em 2 horas e vai precisar de semanas ou mesmo meses para encontrar o seu ritmo e conseguir dormir toda a noite. O bebé tem fome todas as 3 /4 horas. Dormir não chega para acalmar a sua fome, ele precisa de mamar. Enquanto não pesar pelo menos 5 kg, ele não terá reservas energéticas suficientes para poder passar uma noite inteira sem comer. O bebé obedece a um relógio interior. Ele não acorda exclusivamente pela fome: os prematuros alimentados em permanência por perfusão também acordam de 3 em 3 horas. Todos obedecem a um relógio interno programado pelo cérebro. Só que esse programa de sono não corresponde ao dos adultos e pode ser mesmo ao contrário. O bebé não distingue o dia da noite. Ele não sabe que a noite é para dormir, mas os pais podem dar-lhe alguns pontos de referência e ajudá-lo aos poucos a fazer a distinção. Durante o dia não feche as cortinas do quarto, mantenha a iluminação natural, os ruídos normais da casa, o aspirador , a rádio e a televisão. Não caminhe em bicos dos pés. Quando amamenta o bebé converse com ele, interaja nesses momentos. De noite não acenda as luzes, não fale nem brinque com o bebé enquanto o amamenta ou muda a fralda. Verá que aos poucos ele irá criando pontos de referência para diferenciar a noite do dia.

O recém nascido quando adormece, inicia o sono na fase de sono agitado ou de "sonho", contrariamente aos adultos que adormecem em sono"lento". Esta fase caracteriza-se por um sono agitada. O corpo é mole, relaxado, a cabeça pende ao lado, os dedos estão abertos, mas o rosto agita-se, faz caretas, geme, chora, abre os olhos, etc. Isso não significa que o bebé tem cólicas, sofre ou vai acordar. A seguir a esta fase segue-se uma fase de sono lento e calmo. A respiração é lenta, o corpo tem mais tónus muscular, o bebé encolhe-se e fecha os punhos, o rosto não tem expressão e os olhos estão imóveis. Durante um período de sono que dure 2 a 3 horas, o recém nascido vai alternar 2 ou 3 fases de sono agitado e 2 ou 3 fases de sono calmo.

Quando o bebé se agita no sono ele está a sonhar! Este é o erro mais frequente dos recentes pais e que conduz a graves distúrbios de sono na criança.
Poucas pessoas conhecem esta realidade do sono agitado e é frequente interpretar tudo como um sinal de acordar ou sinal de sofrimento. Não é uma boa hora para levantá-lo da cama e de acordá-lo de verdade pois isso destabiliza completamente os seus ciclos de sono. O bebé vai registar no seu cérebro que a seguir a uma fase de sono agitado ou de "sonho" é hora de acordar em vez de encadear um ciclo de sono calmo. Estes acordares repentinos provocados pelos adultos, que acreditam erradamente que precisam intervir, incomodam o repouso normal do bebé, fatigam-no e impedem-no de encontrar os seus próprios ritmos.. Aí ele chora, não sabe onde está, está tão cansado e perdido que nem sabe porque chora..... Os pais inquietam-se, experimentam tudo, mudam-no de lugar, pegam-no no colo, alimentam-no, ele até mama pois já nem sabe se tem fome ou não, e a seguir vêem as cólicas, pois ainda nem tinha digerido a ultima mamada....... Forma-se assim um verdadeiro ciclo vicioso no qual os pais acreditando estar fazendo bem, mas estão prejudicando enormemente a aprendizagem do bebé. Todos os pais deveriam saber que um recém nascido que se "sente mal" reage sempre como se tivesse fome.

Os pais devem saber interpretar corretamente o choro do bebé para não caírem no erro de o alimentar a toda a hora. Este fenómenos de hiperexcitação do recém nascido, porque os pais não compreendem as suas necessidades de dormir e a agitação da fase de sono de "sonho" são extremamente frequentes. É preciso refletir sobre os nossos comportamentos perante um bebé que se agita no seu sono ou que tem dificuldade em adormecer, e não ter medo de deixar chorar alguns minutos, em vez de entrar neste ciclo vicioso. É muito mais grave quebrar o ritmo de sono de um bebé que deixá-lo chorar alguns minutos sem o consolar. Evitar este encadear de acordar intempestivos, de dificuldades em adormecer, significa evitar a escalada da angústia e das inseguranças. Ser pai, é transmitir segurança ao bebé, compreender o seu funcionamento, não se culpabilizar ao menor grito, não se precipitar ao 1º choro ou movimento. Ser pai, é aceitar que o bebé que procura organizar-se à saída da vida uterina, possa ter algumas dificuldades para encontrar esse ritmo e dar-lhe tempo e meios para o encontrar. Dar-lhe o direito de chorar um pouco! Compreender que intervir não é sempre ajudar. Saber calar-se, saber não se mexer, resistir ao desejo de o alimentar outra vez, esperar calmamente que o bebé se acalme no seu sono, ou adormeça se está acordado, não é fácil........Compreender isto é uma das chaves do equilíbrio de toda a família. Enquanto dorme, o bebé cresce e constrói a sua inteligência.

O ideal seria de nunca acordar um bebé que dorme nas 2 ou 3 primeiras semanas de vida, nem quando é hora de mamar nem quando tem visitas, nem para conhecer os avós, deixá-lo encontrar o seu próprio ritmo, ajustando à sua maneira os momentos de fome e as fases ainda fetais de sono. No caso de bebés frágeis devemos modificar estas atitudes. Os bebés prematuros, ou muito pequenos para o termo, ou que nasceram em condições obstétricas difíceis. Nestes casos a segurança é prioritária e pode justificar-se acordá-los pois estão demasiado cansados para emergir do sono, reagem menos à sensação de fome e arriscam-se a entrar rapidamente em hipoglicémia (baixa de açucar no sangue). Para os outros, a maioria dos bebés, todos os que estão bem, nenhuma situação exterior , dos nossos horários e necessidades de adultos deveria poder incomodar um bebé. Um recém nascido tem necessidade de dormir muito. Cerca de 20 horas para alguns, um pouco menos para outros. Quando dorme em sono calmo, o bebé produz o hormonio do crescimento. Quando dorme em sono de "sonho", o bebé activa a sua memória e as suas capacidades de aprendizagem. Apesar da fadiga dos pais, é preciso aceitar o seu ritmo e pôr-se ao ritmo do bebé no 1º mês de vida, tentando dormir durante o dia entre as mamadas, vivendo ao lado do bebé com o mínimo de actividades exteriores.

Antigamente as mulheres ficavam deitadas 3 semanas ao lado dos seus bebés sem ter o direito de se levantar. Se essas prescrições tinham um outro objectivo (acreditava-se, erradamente, que isso evitava as flebites e as embolias após o parto), tinham um espectacular efeito positivo nos primeiros dias do bebé, favorecendo o aleitamento materno e o sono espontâneo. Só a partir dos 6 meses é que se deveria começar a moldar o bebé aos horários da família.

Fonte: www.mamaminha.com