Queridos, depois que agreguei o trabalho no escritório fiquei mega sem tempo e sem cabeça pra escrever aqui e olha, me faz uma falta. Uso como válvula de escape mesmo, minha terapia.
Tenho tentado postar sobre as mudanças no Otto, mas não estou conseguindo, então vou me tentar me redimir um pouco, porque na verdade, uso como se fosse diário, acreditando que um dia ele irá ler e dar boas risadas de tudo.
Ele está apaixonado por carros, caminhões, fórmula 1, corridas em geral.
Bem esperto e observador, conhece até a ajudante da creche que não trabalha mais lá, encontrou com ela na rua e deu tchau, falando o nome dela.
Tem passado por muitas doencinhas, resfriadinhos e com isso vem antibiótico, mas, segundo a Pediatra, faz parte, ao menos até os 3 anos, a imunidade não está 100%.
Só estamos com problemas com o desfralde, ele não quer de jeito algum. Se deixamos sem fralda além de ficar nervoso, NÃO FAZ XIXI.
E depois de sei lá, 3 horas sem fazê-lo, faz na roupa, mas só um poquinho, daí, colocamos a fralda e em 1 hora, ela está carregada, tem que trocar.
Tentamos em dezembro, depois em janeiro e em fevereiro, quando retornou a creche, depois do período de adaptação, claro, a Professora conversou comigo e perguntou se poderia desfraldá-lo.
Expliquei a ela o ocorrido conosco em casa e na casa das avós e ela disse que, com o estímulo de saber que os amiguinhos faziam, ele ia acabar entrando no ritmo.
LEDO ENGANO!
No quarto dia ela me disse que não tentaria mais, pois ele havia ficado nervoso, não queria participar das atividades, jogou comida longe, chorava quase o dia todo e ficava se apertando todo mas não fazia xixi.
E, recuamos, mais uma vez.
E depois disso, ele vem ficando doentinho, então, nem tenho tentando nos fins de semana.
Precisamos saber identificar a hora da criança, e ainda não é a hora dele.
Falemos então, do aniversário, porque a Mãe está com a festa pronta na cabecinha dela, risos.
Vamos tentar fazer do Carros, dvd que ele ama, coisa que ele adora.
Vou fazer na creche mesmo, mas claro ainda tenho que avisar a Flávia (amiga, dia 04/08 é meu, reserva aí), risos.
E claro, encomendarei a elam, Flavia, coisinhas lindas que ela faz, e vcs podem conferir aqui.
E ainda, pegar dicas com ela, sobre ornamentação. Vai ficar tudo lindo!
Resolvi fazer na creche por vários motivos, mas segue alguns deles:
1 - Aquele é o mundinho dele, os amiguinhos, as pessoas com quem ele convive o dia inteiro.
2 - Posso levar avós e meus sobrinhos e pronto, ficará tudo registrado nas fotos.
3 - Não fico louca com festa em casa e não preciso chamar várias pessoas que nem contato com ele tem, por protocolo.
4 - Consigo fazer uma reunião no fim de semana para comemorar o MEU aniversário, que também é dia 04.
Ele fez 2 anos e 8 meses ontem, dia 04.
Está infinitamente cheio de energia.
Não tem dormido a tarde na creche, então dorme na volta pra casa no carro e..só acorda no outro dia. Até reclama pra mamar, mas depois da mamada, dorme e muuuito.
Continua muito seletivo pra comer, mas a mãe aqui desencanou um pouco e tenta amenizar nos fins de semana e dando complementos como Pediasure, indicado por uma amiga Nutricionista, que na lata vem escrito "para crianças que não comem bem". Aff, sentiu o poder do complemento.
Nos fins de semana e a noite quando não chega dormindo, dou refeçião com legumes, feijão, músculo e nos lanches sempre vitaminas com beterraba e frutas, banana amassada com aveia, mel e geleia, ele adora e come super bem. Além de mingau, mas confesso que o de cremogema, na minha cabeça, não agrega valor então, tento dar o de aveia, mas ele não é assim tãããão fã.
No mais ele segue crescendo, a altura dele é boa, igual a dos amiguinhos da creche o peso é que nunca é satisfatório, mas, tem comido bem, pelos menos comigo em casa. Na creche oscila, mas acredito ser questão de tempo e costume.
Mamãe do Otto.
Segue, gente, com de praxe desenvolvimento de acordo com Babycenter:
A criança de 2 anos e 7-8 meses
Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
Desenvolvimento físico: brincar é preciso!
Faça sol ou faça chuva, dia tranquilo ou caótico, com o sem TPM na casa, seu filho vai acordar com uma dose infinita de energia. Por esse motivo, os momentos de brincar devem incluir atividades físicas que ajudem a gastar energia e a aperfeiçoar habilidades como equilíbrio, controle de velocidade ou de uma bola. Veja abaixo algumas outras brincadeiras divertidas:
• Siga o mestre: faça seu filho seguir e imitar todos os seus movimentos. Ande rápido, pare, dê passos grandes, pequenos, pule feito canguru, corra de lado.
• Bola no chão: sente-se perto do seu filho com as pernas abertas e lance uma bola pelo chão. Troque depois por uma menor, aumente a distância aos poucos e finalmente jogue para ver se ele consegue pegar no ar.
• Danceteria: faça a festa em casa com diferentes tipos de música e tenha o prazer de dançar pela casa com seu filho (não tem a menor importância que todos os passos fiquem com a mesma cara).
Briga com o sono
Nesta fase, as sonecas ainda ajudam muitas crianças a recarregar as baterias e a manter o bom humor até o horário de dormir à noite, por isso não tenha pressa em eliminá-las. Um jeito de saber se seu filho precisa mesmo desse soninho a mais é observar se, quando ele não acontece, a criança fica irritada e birrenta no fim do dia.
Para estimular o sono da tarde, você pode usar uma versão mais curta daquele famoso ritual da hora de dormir. Caso ele resista à idéia de dormir, explique que é hora de descansar no quarto, mesmo que não tenha sono. É bem provável que ele acabe dormindo depois de um tempinho. Se isso não acontecer pelo menos já terá tido um pouco de descanso.
Outro problema frequente desta idade é que a transição do berço para uma cama maior muitas vezes inicia uma era de visitas noturnas à sua cama. Se você não quer a inesperada companhia, leve seu filho de volta e dê um boa noite carinhoso, mas firme.
Não acenda luzes, não converse, não fique brava ou transforme o momento em uma brincadeira. Talvez você tenha que fazer o caminho do seu quarto ao dele dezenas de vezes até que ele aprenda a ficar na própria cama. O segredo é ser persistente e não ceder.
Desenvolvimento da linguagem: por que tantos "nãos"?
De todas as palavras que aprende diariamente, uma parece ser, de longe, a favorita: não. Mas o que tem essa palavra de tão especial? As crianças pequenas falam muitos nãos porque estão descobrindo que têm vontade própria. Usar o não é um jeito fácil de se expressar (às vezes elas até dizem não quando o que realmente querem é dizer sim).
Algumas crianças com menor vocabulário acabam valendo-se mais dos nãos quando estão bravas ou frustradas e têm dificuldade de se fazer entender.
Seu filho poderá aprender também que se falar um não bem alto e firme, papai e mamãe vão prestar atenção e até... mudar de idéia! Dê alternativas a ele para tentar reduzir o número de nãos ("Você vai querer trocar de roupa primeiro e depois escovar os dentes ou escovar os dentes primeiro e depois trocar de roupa?") e faça um exercício de autocontrole para tentar diminuir os seus próprios (será que dez minutos a mais no parque vão fazer tanta diferença no horário do almoço?).
Desenvolvimento emocional e social: faz-de-conta
Com a aproximação do terceiro aniversário, brincadeiras de faz-de-conta vão ficando cada vez mais frequentes. A boneca não é só mais um objeto, mas uma pessoa "real", com nome, família, fome e vontades, então não deixe de participar dos "chazinhos" para os quais for convidada.
Entre na história do seu filho vestido de capa com seu lenço em volta do pescoço e escute só o enredo cheio de detalhes que ele monta. Você poderá até ouvir a narração das próprias aventuras dele enquanto brincam de super-herói.
Brinquedos e acessórios servem para fomentar a imaginação, mas a verdade é que uma criança de 2 anos ainda liga pouco para o que eles são de verdade. Para ela, qualquer canudinho pode virar varinha mágica. Aproveite para observar o que a criatividade do seu filho pode bolar, porque, mais para a frente, não vão faltar insistentes pedidos -- quem nunca ouviu uma criança na loja de brinquedos implorar "manhê, compra!".
Tempo livre
Será que existe um número certo de atividades por dia para cada criança? A maioria dos especialistas recomenda moderação: crianças de 2 anos não precisam de um monte de aulas extras ou de visitinhas na casa dos amigos no dia-a-dia.
Pais e mães que trabalham foram costumam preferir que seus filhos tenham dias estruturados por tarefas, assim não ficam em casa "sem fazer nada". Mas, nesta idade, brincadeiras livres e sem compromisso ou uma ida ao parquinho já são suficientes para preencher a maior parte do dia.
Não se preocupe porque haverá muito tempo pela frente para as aulas de língua, música, esporte ou os encontros sociais com amiguinhos. Neste momento, brincar à vontade é mesmo a melhor coisa para o desenvolvimento físico e emocional
terça-feira, 5 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
Hoje quero mesmo é...refletir.
ESCUTATÓRIA
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular. Escutar é complicado e sutil. Diz Alberto Caeiro que “não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma”.
Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Para ser ver, é preciso que a cabeça esteja vazia. Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito; é preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos mais bonitos...
Tenho um velho amigo, Jovelino, que mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64. Contou-me de sua experiência com índios. Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, [...]. Abrindo vazios de silêncio. Expulsando todas as idéias estranhas). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que ele julgava essenciais. São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se eu falar logo a seguir, são duas as possibilidades.
Primeira: “Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado.”
Segunda: “Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei já muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou”. Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: “Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou.” E assim vai a reunião.
Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir.
Fernando Pessoa, conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras. A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar – quem faz mergulho sabe – a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia e que, de tão linda, nos faz chorar.
Para mim, Deus é isto: a beleza que se ouvir no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também.
Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.
Rubem Alves (educador, filósofo e escritor)
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular. Escutar é complicado e sutil. Diz Alberto Caeiro que “não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma”.
Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Para ser ver, é preciso que a cabeça esteja vazia. Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito; é preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos mais bonitos...
Tenho um velho amigo, Jovelino, que mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64. Contou-me de sua experiência com índios. Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, [...]. Abrindo vazios de silêncio. Expulsando todas as idéias estranhas). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que ele julgava essenciais. São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se eu falar logo a seguir, são duas as possibilidades.
Primeira: “Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado.”
Segunda: “Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei já muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou”. Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: “Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou.” E assim vai a reunião.
Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir.
Fernando Pessoa, conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras. A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar – quem faz mergulho sabe – a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia e que, de tão linda, nos faz chorar.
Para mim, Deus é isto: a beleza que se ouvir no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também.
Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.
Rubem Alves (educador, filósofo e escritor)
sexta-feira, 11 de março de 2011
E o carnaval foi assim
"...Vou cair na gandaia com a minha bateria..."
"...Hoje vou tomar um porre não me socorre, que eu tô feliz, laralara..."
Eu estava sim, animadérrima pro carnaval.
Louca pra mostrar ao Otto, os bloquinhos, a bagunças, as fantasias.
Mas logo descobri que, aqui na cidade, não tem matinê, daqueles de antigamente, que a gente ia pra curtir messssssmo.
Adorava ir a matinê dos pequenos, me divertia mais que nos bailes de carnaval.
Houveram alguns carnavais que, nós, aborrecentes, invadíamos a matinê, pra desespero das mães que iam levar os pequenos (na verdade pra cansá-los, risos), e acabavam saindo de lá mais cedo, porque a matinê era nossa, kkkkkk! Era mega divertido.
Mas, não encontrei nada que pudesse levar o Otto.
Mas, a nossa galera, que junta são mais de 20 pessoas, é animada pra caramba...pra comer e beber.
Então, passamos todo o carnaval nos reunindo na casa de um e do outro, fazendo rodízio de comidas e bebidas.
Aqui em casa: risoto de frutos do mar, camarão no espeto (isso, no espeto, vou postar a foto da churrasqueira de camarão do maridão)...
...cotinuando com peixe na brasa regado a cerveja, frangélico, refrigerante e sucos.
De sobremesa, café com chantili, bolo de capuccino com cobertura de calda ovomaltine.
Em outro dia, churrasco na casa do Alex.
Na Amanda, mantivemos o cardápio de frutos do mar, mas como o marido dela gosta muuuuuuuuuuuuuuito de queijo, tínhamos na churrasqueira diversos queijos no palito. DELÍCIA!
Voltamos aqui pra casa, quarta de cinzas, macarrão aos quatro queijos, camarão na churrasqueira, a tal, vinho pra queijos, etc, etc, etc.
Na segunda, TRADICIONAL bloco das piranhas da Vila Pereira, até brinquei, mas já estava preocupada com o Otto, que ficou na casa da vovó, vou explicar porque.
Por conta de uma tosse insistente e na noite de segunda de carnaval teve febre, assim que cheguei do bloquinho, minha sogra me disse...acabei de dar novalgina.
E depois disso, quarta na Unimed, quinta na creche regurgitou o remédio pra febre, consegui consulta de encaixa com a Ped, resultado, pulmão cheio. Antibiótico.
Na volta da consulta, dei janta e quando estava dando a sobremesa Otto se engasga com a secreção e ficou roxo querendo colocar tudo pra fora (QUASE MORRI) e colocou. Depois disso, colocou muita secreção pra fora, pelo nariz. E na hora da mamadeira, foi o mesmo problema, aff.
Bom, sigo cuidando do pequeno.
Abaixo a foto da churrasqueira pra camarão daqui de casa.
"...Hoje vou tomar um porre não me socorre, que eu tô feliz, laralara..."
Eu estava sim, animadérrima pro carnaval.
Louca pra mostrar ao Otto, os bloquinhos, a bagunças, as fantasias.
Mas logo descobri que, aqui na cidade, não tem matinê, daqueles de antigamente, que a gente ia pra curtir messssssmo.
Adorava ir a matinê dos pequenos, me divertia mais que nos bailes de carnaval.
Houveram alguns carnavais que, nós, aborrecentes, invadíamos a matinê, pra desespero das mães que iam levar os pequenos (na verdade pra cansá-los, risos), e acabavam saindo de lá mais cedo, porque a matinê era nossa, kkkkkk! Era mega divertido.
Mas, não encontrei nada que pudesse levar o Otto.
Mas, a nossa galera, que junta são mais de 20 pessoas, é animada pra caramba...pra comer e beber.
Então, passamos todo o carnaval nos reunindo na casa de um e do outro, fazendo rodízio de comidas e bebidas.
Aqui em casa: risoto de frutos do mar, camarão no espeto (isso, no espeto, vou postar a foto da churrasqueira de camarão do maridão)...
...cotinuando com peixe na brasa regado a cerveja, frangélico, refrigerante e sucos.
De sobremesa, café com chantili, bolo de capuccino com cobertura de calda ovomaltine.
Em outro dia, churrasco na casa do Alex.
Na Amanda, mantivemos o cardápio de frutos do mar, mas como o marido dela gosta muuuuuuuuuuuuuuito de queijo, tínhamos na churrasqueira diversos queijos no palito. DELÍCIA!
Voltamos aqui pra casa, quarta de cinzas, macarrão aos quatro queijos, camarão na churrasqueira, a tal, vinho pra queijos, etc, etc, etc.
Na segunda, TRADICIONAL bloco das piranhas da Vila Pereira, até brinquei, mas já estava preocupada com o Otto, que ficou na casa da vovó, vou explicar porque.
Por conta de uma tosse insistente e na noite de segunda de carnaval teve febre, assim que cheguei do bloquinho, minha sogra me disse...acabei de dar novalgina.
E depois disso, quarta na Unimed, quinta na creche regurgitou o remédio pra febre, consegui consulta de encaixa com a Ped, resultado, pulmão cheio. Antibiótico.
Na volta da consulta, dei janta e quando estava dando a sobremesa Otto se engasga com a secreção e ficou roxo querendo colocar tudo pra fora (QUASE MORRI) e colocou. Depois disso, colocou muita secreção pra fora, pelo nariz. E na hora da mamadeira, foi o mesmo problema, aff.
Bom, sigo cuidando do pequeno.
Abaixo a foto da churrasqueira pra camarão daqui de casa.
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