quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O tempo e a criança

O tempo passa... ... aproveitem. Olhem seus filhos, se possível, nunca durmam, porque o rostinho deles esta sempre em constante mudança... aquele bebê, tão miúdo, cadê? Tinha cara de joelho, depois tinha bochechinhas e quando vamos ver, estão cheios de espinhas...

Não fechem os olhos, aproveitem, dêem de mamar como se fosse a última vez... porque amanhã é sempre um dia incerto e o dia do desmame chega a cavalo... mesmo pra aquelas que insistem em amamentar por muito tempo... ele também passa... o tempo não perdoa..

O tempo não perdoa... use seus olhos como uma câmera de filmar... muito desse filme, só você vai registrar. Seu bebê não vai lembrar, seu marido estava trabalhando... mas você estava lá. É seu tempo, sua vez, seu tesouro.

Um dia, bem velhinha, você vai contabilizar que nem mesmo todo carinho do mundo foi suficiente, porque você daria seus últimos segundos pra voltar ao dia que ele chegou nos seus braços, que você sabia que só você tinha a solução, e a solução - pasmem - era você mesma! Pois você reunia o alimento, o aconchego, ... e que aquela carinha dele, dormindo no seu colo, aninhando,... era tudo nessa vida.

Aproveitem."

Anna Arena

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O sono do Bebê!

Não acorde um bebé que dorme.
Um recém nascido dorme raramente toda a noite. Compreender como funciona o seu sono pode ajudar os pais a suportar as noites em branco.....
Ao voltar da maternidade, o bebé oferece um concerto todas as noites. Acorda de 2 em 2 horas e vai precisar de semanas ou mesmo meses para encontrar o seu ritmo e conseguir dormir toda a noite. O bebé tem fome todas as 3 /4 horas. Dormir não chega para acalmar a sua fome, ele precisa de mamar. Enquanto não pesar pelo menos 5 kg, ele não terá reservas energéticas suficientes para poder passar uma noite inteira sem comer. O bebé obedece a um relógio interior. Ele não acorda exclusivamente pela fome: os prematuros alimentados em permanência por perfusão também acordam de 3 em 3 horas. Todos obedecem a um relógio interno programado pelo cérebro. Só que esse programa de sono não corresponde ao dos adultos e pode ser mesmo ao contrário. O bebé não distingue o dia da noite. Ele não sabe que a noite é para dormir, mas os pais podem dar-lhe alguns pontos de referência e ajudá-lo aos poucos a fazer a distinção. Durante o dia não feche as cortinas do quarto, mantenha a iluminação natural, os ruídos normais da casa, o aspirador , a rádio e a televisão. Não caminhe em bicos dos pés. Quando amamenta o bebé converse com ele, interaja nesses momentos. De noite não acenda as luzes, não fale nem brinque com o bebé enquanto o amamenta ou muda a fralda. Verá que aos poucos ele irá criando pontos de referência para diferenciar a noite do dia.

O recém nascido quando adormece, inicia o sono na fase de sono agitado ou de "sonho", contrariamente aos adultos que adormecem em sono"lento". Esta fase caracteriza-se por um sono agitada. O corpo é mole, relaxado, a cabeça pende ao lado, os dedos estão abertos, mas o rosto agita-se, faz caretas, geme, chora, abre os olhos, etc. Isso não significa que o bebé tem cólicas, sofre ou vai acordar. A seguir a esta fase segue-se uma fase de sono lento e calmo. A respiração é lenta, o corpo tem mais tónus muscular, o bebé encolhe-se e fecha os punhos, o rosto não tem expressão e os olhos estão imóveis. Durante um período de sono que dure 2 a 3 horas, o recém nascido vai alternar 2 ou 3 fases de sono agitado e 2 ou 3 fases de sono calmo.

Quando o bebé se agita no sono ele está a sonhar! Este é o erro mais frequente dos recentes pais e que conduz a graves distúrbios de sono na criança.
Poucas pessoas conhecem esta realidade do sono agitado e é frequente interpretar tudo como um sinal de acordar ou sinal de sofrimento. Não é uma boa hora para levantá-lo da cama e de acordá-lo de verdade pois isso destabiliza completamente os seus ciclos de sono. O bebé vai registar no seu cérebro que a seguir a uma fase de sono agitado ou de "sonho" é hora de acordar em vez de encadear um ciclo de sono calmo. Estes acordares repentinos provocados pelos adultos, que acreditam erradamente que precisam intervir, incomodam o repouso normal do bebé, fatigam-no e impedem-no de encontrar os seus próprios ritmos.. Aí ele chora, não sabe onde está, está tão cansado e perdido que nem sabe porque chora..... Os pais inquietam-se, experimentam tudo, mudam-no de lugar, pegam-no no colo, alimentam-no, ele até mama pois já nem sabe se tem fome ou não, e a seguir vêem as cólicas, pois ainda nem tinha digerido a ultima mamada....... Forma-se assim um verdadeiro ciclo vicioso no qual os pais acreditando estar fazendo bem, mas estão prejudicando enormemente a aprendizagem do bebé. Todos os pais deveriam saber que um recém nascido que se "sente mal" reage sempre como se tivesse fome.

Os pais devem saber interpretar corretamente o choro do bebé para não caírem no erro de o alimentar a toda a hora. Este fenómenos de hiperexcitação do recém nascido, porque os pais não compreendem as suas necessidades de dormir e a agitação da fase de sono de "sonho" são extremamente frequentes. É preciso refletir sobre os nossos comportamentos perante um bebé que se agita no seu sono ou que tem dificuldade em adormecer, e não ter medo de deixar chorar alguns minutos, em vez de entrar neste ciclo vicioso. É muito mais grave quebrar o ritmo de sono de um bebé que deixá-lo chorar alguns minutos sem o consolar. Evitar este encadear de acordar intempestivos, de dificuldades em adormecer, significa evitar a escalada da angústia e das inseguranças. Ser pai, é transmitir segurança ao bebé, compreender o seu funcionamento, não se culpabilizar ao menor grito, não se precipitar ao 1º choro ou movimento. Ser pai, é aceitar que o bebé que procura organizar-se à saída da vida uterina, possa ter algumas dificuldades para encontrar esse ritmo e dar-lhe tempo e meios para o encontrar. Dar-lhe o direito de chorar um pouco! Compreender que intervir não é sempre ajudar. Saber calar-se, saber não se mexer, resistir ao desejo de o alimentar outra vez, esperar calmamente que o bebé se acalme no seu sono, ou adormeça se está acordado, não é fácil........Compreender isto é uma das chaves do equilíbrio de toda a família. Enquanto dorme, o bebé cresce e constrói a sua inteligência.

O ideal seria de nunca acordar um bebé que dorme nas 2 ou 3 primeiras semanas de vida, nem quando é hora de mamar nem quando tem visitas, nem para conhecer os avós, deixá-lo encontrar o seu próprio ritmo, ajustando à sua maneira os momentos de fome e as fases ainda fetais de sono. No caso de bebés frágeis devemos modificar estas atitudes. Os bebés prematuros, ou muito pequenos para o termo, ou que nasceram em condições obstétricas difíceis. Nestes casos a segurança é prioritária e pode justificar-se acordá-los pois estão demasiado cansados para emergir do sono, reagem menos à sensação de fome e arriscam-se a entrar rapidamente em hipoglicémia (baixa de açucar no sangue). Para os outros, a maioria dos bebés, todos os que estão bem, nenhuma situação exterior , dos nossos horários e necessidades de adultos deveria poder incomodar um bebé. Um recém nascido tem necessidade de dormir muito. Cerca de 20 horas para alguns, um pouco menos para outros. Quando dorme em sono calmo, o bebé produz o hormonio do crescimento. Quando dorme em sono de "sonho", o bebé activa a sua memória e as suas capacidades de aprendizagem. Apesar da fadiga dos pais, é preciso aceitar o seu ritmo e pôr-se ao ritmo do bebé no 1º mês de vida, tentando dormir durante o dia entre as mamadas, vivendo ao lado do bebé com o mínimo de actividades exteriores.

Antigamente as mulheres ficavam deitadas 3 semanas ao lado dos seus bebés sem ter o direito de se levantar. Se essas prescrições tinham um outro objectivo (acreditava-se, erradamente, que isso evitava as flebites e as embolias após o parto), tinham um espectacular efeito positivo nos primeiros dias do bebé, favorecendo o aleitamento materno e o sono espontâneo. Só a partir dos 6 meses é que se deveria começar a moldar o bebé aos horários da família.

Fonte: www.mamaminha.com

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Artigo: Como cuidar dos dentes do meu bebê?

Como devo cuidar dos dentes do meu bebê?

Os bons cuidados bucais começam cedo na vida. Mesmo antes dos dentes do bebê nascerem, existem alguns fatores que podem afetar sua futura aparência e saúde.
Por exemplo, a tetraciclina, um antibiótico comum, pode causar a descoloração ou manchas nos dentes. Por esta razão, não deve ser usada por mães que estão amamentando ou mulheres na segunda metade da gravidez.
Como os dentes do bebê geralmente nascem por volta dos seis meses de idade, não há razão para usar os procedimentos padrão da higiene bucal, ou seja, a escovação e o uso do fio dental. Mas, os bebês têm necessidade de cuidados bucais especiais que todos os pais devem conhecer. Entre esses cuidados estão a prevenção das cáries causadas pelo uso da mamadeira e a certeza de que seu filho está recebendo uma quantidade adequada de flúor.

O que são as cáries de mamadeira e como evitá-las?
São cáries causadas pela exposição freqüente a líquidos que contém açúcar, como o leite, as fórmulas comerciais preparadas para bebês e os sucos de fruta. Os líquidos que contém açúcar se acumulam ao redor dos dentes por longos períodos de tempo, enquanto seu bebê está dormindo, provocando as cáries, que primeiro se desenvolvem nos dentes anteriores, tanto da arcada inferior quanto da superior. Por esta razão, nunca deixe sua criança adormecer com a mamadeira de leite ou suco na boca. Ao invés disso, na hora de dormir, dê a ele uma mamadeira com água ou uma chupeta que tenha sido recomendada pelo seu dentista. Ao amamentar, não deixe o bebê se alimentar continuamente. E após cada mamada, limpe os dentes e as gengivas do seu bebê com um pano ou uma gaze umedecidos.

O que é o flúor? Como saber se meu bebê está recebendo a quantidade certa de flúor?
O flúor faz bem mesmo antes de os dentes do seu filho começarem a aparecer. Ele fortalece o esmalte dos dentes enquanto estes estão se formando. Muitas empresas de distribuição de água adicionam a quantidade de flúor adequada ao desenvolvimento dos dentes. Para saber se a água que você recebe em casa contém flúor e qual a quantidade de flúor que é colocada nela, ligue para a empresa de distribuição de água no seu município. Se a água que você recebe não tem flúor (ou não contém a quantidade adequada), fale com seu pediatra ou dentista sobre as gotas de flúor que podem ser administradas ao seu bebê diariamente. Se você usa água engarrafada para beber e para cozinhar, avise seu dentista ou médico. É possível que eles receitem suplementos de flúor para seu bebê.

Fonte: www.colgate.com.br

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Vacinas.

Hoje o Otto tomou as vacinas pentavalente e rotavírus.
Atá agora, 18h não teve reação alguma, febre, nem ficou enjoado, vamos ver mais a noite.
Por precaução o próprio laboratório aplicou Tylenol bebê antes da vacina.
Decidimos que vamos fazer o book dele, a partir do terceiro mês, vamos fazer acompanhamento mês a mês, vai ficar lindoooooo. Estou ansiosa!
Se o tempo estiver melhor amanhã irei na Criarte pra ver alguns e escolher algumas poses e tal. E ainda já deixar marcado o dia da sessão de fotos.
Gu esta semana mudará de prédio no trabalho e irá para o Teleporto, é mais longe, precisará de mais uma condução além da barca. Complicaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaado, mas tá valendo.
Ontem recebemos a visita de Vovó Dileia e Vovô Cilésio, foram embora hoje e me ajudaram indo comigo levar Otto pra aplicar vacina, já que Gu, sempre participativo, excepcionalmente hoje não pode ir, por motivos profissionais.
Semana que vem começarei minhas consultas a nutricionista e pretendo emagrecer até o verão, ainda está em tempo...
Tícia fará ultra na semana que vem, estou curisíssima sobre o sexo do baby, aliás todos estão. Seja feita a vontade de Deus, sempre!
Bom, é isso! Se lembrar de mais coisas, volto...
Bjks!


Calendário Vacinas de 0 a 4 anos de acordo com o Instituto Flumignano de Medicina
0 Meses
Vacina Hepatite B - (primeira dose).

1 Mês
Vacina BCG (contra tuberculose)Vacina Hepatite B - (segunda dose).

2 Meses
Vacina Penta Acelular - (pólio, difteria, coqueluxe (pertussis), haemophilus, tétano) - (primeira dose). Vacina Pnumocócica 7 Valente - contra os pneumococos que frequentemente causam otite, pneumonia e meningite no bebê - (primeira dose).

3 Meses
Vacina Meningite C - (primeira dose).

4 Meses
Segunda dose da Vacina Penta Acelular.Segunda dose Vacina Pnumocócica 7 Valente.

5 meses
Segunda dose da Vacina Meningite C.

6 Meses
Vacina Hexa Acelular - contra pólio, difteria, tétano, coqueluxe (pertussis), Hepatite B e haemophilus.Terceira dose da Vacina Pnumocócica 7 Valente.

7 meses
Terceira dose da Vacina Meningite C.

9 Meses
Vacina contra Sarampo.

12 Meses
Vacina Hepatite A e Vacina de Catapora (varicela).

15 Meses
Terceira dose da Vacina Penta Acelular. Quarta dose da Vacina Meningite C (reforço).Quarta dose da Vacina Pnumocócica 7 Valente - (reforço).Vacina MMR (tríplice viral) -(sarampo, rubéola e caxumba).

18 Meses
Segunda dose da Vacina Hepatite A

sábado, 4 de outubro de 2008

2 meses!




Gente, lá venho eu contar sobre o segundo mês do Otto.
Bom, ele está uma graça. Interagindo bastante, dormindo mais a noite e conversando muito.
Rindo então nem comento, ele já acorda rindo, risos! Muito simpático, me pergunto a quem será que puxou nesta parte, pois eu não sou tão simpática assim, kkkkk!
A dermatite cedeu bastante, graças a Deus , tem alguns carocinhos nos braços e pernas, mas com o hidratante, sabonete e shampoo que a dermatologista receitou acredito que fiquem 100% dentro de pouco tempo.
Gu está lendo pra ele o Pequeno Príncipe e achamos a coisa mais linda ele prestando atenção como se estivesse entendendo tudo. Ele olha no olho de Gustavo, veja na foto.
Ele ri muito, conversa bastante comigo e com GU, com mais niguem, risos!
Ah, lembrei conversou com a prima de Gustavo, Lourdes que teve aqui no dia 25 (niver dela), ficou toda feliz porque ele ter rido e conversando com ela.
Está um sapeca e já faz graça, as vezes para de mamar pra ficar rindo pra mim, daí eu rio de volta e ele ri novamente e fica nisso.
Ah! Ele conversa muito e ri tb com o cavalo marinho e o golfinho do berço dele, uma graça. Filmei para não acharem que a mãe babona aqui está vendo coisa demais, risos!
Na quinta dia 02/10 fomos com a Marina visitar a Julia, sobrinha do Gveloso, filha do Fabio e da Adriana, e as 3 mães esqueceram de tirar fotos das crianças, eita!!!!
Bom, vou postar o desenvolvimento do bebê no segundo mês e se lembrar de mais alguma coisa edito.

A evolução dos bebês:

Por volta dos dois meses de idade, o bebê será capaz de sustentar firmemente a cabeça, de sorrir, de interagir com as pessoas e de interessar-se pelo ambiente e pelos objetos. Com o fortalecimento da musculatura cervical, a criança poderá permanecer mais tempo em condições de postura que lhe permitam vivenciar e captar plenamente os estímulos sensoriais que lhe chegam do ambiente. Quando o bebê alcança essa habilidade, sua mente estará estruturando recursos para associar as informações recebidas simultaneamente pela visão e pela audição, criando o esquema de reconhecimento que será utilizado como padrão de inteligência pelo resto da vida.
Reconhecer é conhecer duas vezes. Em nossa mente, existe um processo associativo poderoso que relaciona estímulos sensoriais diferentes para se definir (reconhecer) o objeto de nossa atenção. Por exemplo, se alguém lhe disser a palavra copo, de modo automático, a sua mente vai associar o estímulo auditivo à imagem visual armazenada, à lembrança da sensação tátil de pegar o copo e à função do objeto no cotidiano. Através da associação instantânea e quase imperceptível, você estará definindo mentalmente o objeto que nem precisa estar em seu raio de visão. Se, por qualquer razão, a mente não realizar a associação instantânea, você não vai saber do que se trata. Seria como estar escutando linguagem estranha e desconhecida.
Podemos definir inteligência como a capacidade do cérebro de associar diferentes estímulos de maneira mais ou menos complexa, de modo a definir o objeto da atenção, criando e armazenando novo conceito multifacetado.
É durante os primeiros meses de vida que a intensa rede associativa se estabelece, através da estabilização das conexões entre as células nervosas. A qualidade e extensão da rede vão depender diretamente da qualidade dos estímulos fornecidos ao bebê. Daí a importância de propiciar à criança infância rica em vivências e experiências coerentes, de maneira a estruturar tais recursos.
1. Estimule o sustento cefálico.
A partir do momento que o seu filho adquirir a capacidade de firmar a cabeça, não o carregue mais como recém-nascido. Segure-o de maneira a deixar-lhe a cabeça solta e livre. Você pode fazer isso apoiando as costas da criança sobre o seu tórax e segurando-a sentada pelas pernas e pela barriga; ou apoiando o tórax da criança contra o seu ombro; ou, se você tiver força e fôlego, pode apoiá-la deitada com a barriga para baixo com uma das mãos em seu tórax, segurando-lhe firmemente as perninhas com a outra mão, enquanto a suspende em diferentes alturas, para que ela possa passear pelos ambientes da casa, como se estivesse voando lentamente. Muito estimulante e divertida, a brincadeira acaba tornando-se rotina na vida dos bebês que a experimentam e que passam a solicitá-la diariamente.

2. Continue conversando com seu filho.
Enquanto você estiver passeando com seu filho, observe atentamente o que ele estiver olhando. Repita várias vezes o nome da pessoa ou do objeto em que estiver focando a atenção. Fale o nome certo, pausada e lentamente, para que possa correlacionar a imagem visual com o som articulado. Se não estiver prestando atenção a nenhum objeto, simplesmente cantarole alguma canção do seu repertório habitual. Não se esqueça de que os bebês não enxergam direito de longe. Leve seu filho para bem perto das pessoas e objetos, para que possa enxergá-los bem.

3. Brinque com o corpo do bebê.
Movimente-lhe os pés e as mãos, afague, massageie e faça cócegas. Movimente-o ativamente e modifique sua posição de vez em quando. Tente colocá-lo de pé, para que sinta e tente apoiar-se ao solo. Quando estiver bem desperto, coloque-o sentado com o apoio de almofadas, mesmo que seja por alguns momentos. Não o acostume a permanecer monotonamente deitado no berço. Estimule, dessa maneira, a criança a reconhecer os recursos corporais, facilitando o cérebro a sentir e utilizar o corpo.
Quando a criança conseguir dominar os seus reflexos primitivos para abrir voluntariamente as mãos e conseguir manter-se sentada com apoio por tempo razoavelmente longo, terá subido mais um degrau na conquista das aptidões e terá estruturado os recursos mentais para prosseguir no desenvolvimento neuropsicomotor.

O QUE A CRIANÇA FAZ: segue objetos com os olhos, esboça sorriso, começa a balbuciar, reconhece a voz da mãe e a procura.

O QUE OS PAIS DEVEM FAZER: instalar móbiles no berço para que o bebê possa acompanhar seus movimentos.