sábado, 4 de outubro de 2008

2 meses!




Gente, lá venho eu contar sobre o segundo mês do Otto.
Bom, ele está uma graça. Interagindo bastante, dormindo mais a noite e conversando muito.
Rindo então nem comento, ele já acorda rindo, risos! Muito simpático, me pergunto a quem será que puxou nesta parte, pois eu não sou tão simpática assim, kkkkk!
A dermatite cedeu bastante, graças a Deus , tem alguns carocinhos nos braços e pernas, mas com o hidratante, sabonete e shampoo que a dermatologista receitou acredito que fiquem 100% dentro de pouco tempo.
Gu está lendo pra ele o Pequeno Príncipe e achamos a coisa mais linda ele prestando atenção como se estivesse entendendo tudo. Ele olha no olho de Gustavo, veja na foto.
Ele ri muito, conversa bastante comigo e com GU, com mais niguem, risos!
Ah, lembrei conversou com a prima de Gustavo, Lourdes que teve aqui no dia 25 (niver dela), ficou toda feliz porque ele ter rido e conversando com ela.
Está um sapeca e já faz graça, as vezes para de mamar pra ficar rindo pra mim, daí eu rio de volta e ele ri novamente e fica nisso.
Ah! Ele conversa muito e ri tb com o cavalo marinho e o golfinho do berço dele, uma graça. Filmei para não acharem que a mãe babona aqui está vendo coisa demais, risos!
Na quinta dia 02/10 fomos com a Marina visitar a Julia, sobrinha do Gveloso, filha do Fabio e da Adriana, e as 3 mães esqueceram de tirar fotos das crianças, eita!!!!
Bom, vou postar o desenvolvimento do bebê no segundo mês e se lembrar de mais alguma coisa edito.

A evolução dos bebês:

Por volta dos dois meses de idade, o bebê será capaz de sustentar firmemente a cabeça, de sorrir, de interagir com as pessoas e de interessar-se pelo ambiente e pelos objetos. Com o fortalecimento da musculatura cervical, a criança poderá permanecer mais tempo em condições de postura que lhe permitam vivenciar e captar plenamente os estímulos sensoriais que lhe chegam do ambiente. Quando o bebê alcança essa habilidade, sua mente estará estruturando recursos para associar as informações recebidas simultaneamente pela visão e pela audição, criando o esquema de reconhecimento que será utilizado como padrão de inteligência pelo resto da vida.
Reconhecer é conhecer duas vezes. Em nossa mente, existe um processo associativo poderoso que relaciona estímulos sensoriais diferentes para se definir (reconhecer) o objeto de nossa atenção. Por exemplo, se alguém lhe disser a palavra copo, de modo automático, a sua mente vai associar o estímulo auditivo à imagem visual armazenada, à lembrança da sensação tátil de pegar o copo e à função do objeto no cotidiano. Através da associação instantânea e quase imperceptível, você estará definindo mentalmente o objeto que nem precisa estar em seu raio de visão. Se, por qualquer razão, a mente não realizar a associação instantânea, você não vai saber do que se trata. Seria como estar escutando linguagem estranha e desconhecida.
Podemos definir inteligência como a capacidade do cérebro de associar diferentes estímulos de maneira mais ou menos complexa, de modo a definir o objeto da atenção, criando e armazenando novo conceito multifacetado.
É durante os primeiros meses de vida que a intensa rede associativa se estabelece, através da estabilização das conexões entre as células nervosas. A qualidade e extensão da rede vão depender diretamente da qualidade dos estímulos fornecidos ao bebê. Daí a importância de propiciar à criança infância rica em vivências e experiências coerentes, de maneira a estruturar tais recursos.
1. Estimule o sustento cefálico.
A partir do momento que o seu filho adquirir a capacidade de firmar a cabeça, não o carregue mais como recém-nascido. Segure-o de maneira a deixar-lhe a cabeça solta e livre. Você pode fazer isso apoiando as costas da criança sobre o seu tórax e segurando-a sentada pelas pernas e pela barriga; ou apoiando o tórax da criança contra o seu ombro; ou, se você tiver força e fôlego, pode apoiá-la deitada com a barriga para baixo com uma das mãos em seu tórax, segurando-lhe firmemente as perninhas com a outra mão, enquanto a suspende em diferentes alturas, para que ela possa passear pelos ambientes da casa, como se estivesse voando lentamente. Muito estimulante e divertida, a brincadeira acaba tornando-se rotina na vida dos bebês que a experimentam e que passam a solicitá-la diariamente.

2. Continue conversando com seu filho.
Enquanto você estiver passeando com seu filho, observe atentamente o que ele estiver olhando. Repita várias vezes o nome da pessoa ou do objeto em que estiver focando a atenção. Fale o nome certo, pausada e lentamente, para que possa correlacionar a imagem visual com o som articulado. Se não estiver prestando atenção a nenhum objeto, simplesmente cantarole alguma canção do seu repertório habitual. Não se esqueça de que os bebês não enxergam direito de longe. Leve seu filho para bem perto das pessoas e objetos, para que possa enxergá-los bem.

3. Brinque com o corpo do bebê.
Movimente-lhe os pés e as mãos, afague, massageie e faça cócegas. Movimente-o ativamente e modifique sua posição de vez em quando. Tente colocá-lo de pé, para que sinta e tente apoiar-se ao solo. Quando estiver bem desperto, coloque-o sentado com o apoio de almofadas, mesmo que seja por alguns momentos. Não o acostume a permanecer monotonamente deitado no berço. Estimule, dessa maneira, a criança a reconhecer os recursos corporais, facilitando o cérebro a sentir e utilizar o corpo.
Quando a criança conseguir dominar os seus reflexos primitivos para abrir voluntariamente as mãos e conseguir manter-se sentada com apoio por tempo razoavelmente longo, terá subido mais um degrau na conquista das aptidões e terá estruturado os recursos mentais para prosseguir no desenvolvimento neuropsicomotor.

O QUE A CRIANÇA FAZ: segue objetos com os olhos, esboça sorriso, começa a balbuciar, reconhece a voz da mãe e a procura.

O QUE OS PAIS DEVEM FAZER: instalar móbiles no berço para que o bebê possa acompanhar seus movimentos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigada!
Fico muito feliz sempre que leio um comentário carinhoso!
Bjks e fique com Deus!