segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Desfralde complicado.

Bom gente, antes de começar a falar do desfralde do Otto, vamos as notícias.
No último post falei sobre o fato de ter voltado a creche e não querer comer por lá, pois bem, com o tempo passando, ele foi se adaptando, como era esperado, e agora já come, as vezes bem, as vezes não, mas seguimos tentando, isso é que importa.
O problema agora é não jantar, ele não aceita de jeito nenhum. Tudo bem que sempre tem a possibilidade de comer em casa, mas, como saio somente as 18h do trabalho, fica um pouco inviável fazer todos os dias e rápido, algo saudável.
Quando chegamos em casa, ele logo reclama de fome, então, dia desses fui cozinhar feijão, legumes, ele ficou irritadíssimo, porque a última vez que comeu foi por volta das 14h na creche, logo a fome estava negra.
E NINGUÉM GOSTA DE SENTIR FOME.
Mas, tenho certeza que logo estará acostumado com a tia que oferece o jantar e comerá bem, pois em casa, ele come.

Agora, vamos ao desfralde..."preocupada".

Nem sei se devo ficar assim tão preocuapada, visto que cada criança tem seu tempo.

Bom, mas vamos lá, ao que está acontecendo por aqui.
Em dezembro, fiquei 15 dias em casa e como já estava quente, resolvi iniciar o desfralde.

Iniciei deixando ele de cuequinha, mas antes, bem antes, já vim fazendo todo um trabalho de reconhecimento.
Explicando e mostrando que a mamãe fazia.
O Papai fazendo o mesmo, sempre que estava em casa.
Explicando pra que servia o penico e como funcionava.
Enfatizando sempre que íamos usar o banheiro, mostrando a ele, que era lá, que deixávamos nosso xixi.
E sempre que ia limpar o bumbum, conversava e ainda converso, sobre fazer xixi como os amiguinhos da creche (pois é, a maioria já faz no vasinho).

Bom, feito tudo isso fui para o primeiro passo, deixá-lo de cuequinha em casa, e durante 15 dias, cortei um dobrado para convencer o Otto a fazer xixi. Não era fazer xixi no vaso não, era liberar literalmente o xixi.
O tempo que ficava sem fralda, meia hora, uma hora, 3 horas, acreditem, ELE NÃO FAZIA XIXI.
Veio então, logo na primeira semana, minha preocupação em acabar causando uma infecção urinária na criança, mas tb veio uma certeza, ele já tem o controle, ao menos para segurar.
Continuei tentando, mas 15 dias passam voando, principalmente quando se está de férias e aí, vieram as recomendações com a avós.
Continuar tentando, mas saber parar quando fosse preciso, afinal, não queríamos problemas.

A vontade de desfraldar antes de voltar a creche era muita, mas...assumir que não era a hora e recuar porque era preciso, foi necessário.
E assim, recuei.
Expliquei a ele que colocaríamos a fralda senão ele ia ficar com o piupiu dodói, pois ele não podia ficar segurando o xixi, etc, etc, etc.
Demorou mais convencer as avós que era preciso recuar.

Daí, inevitavelmente vieram as comparações: Isabella, minha sobrinha que fez 2 anos em fevereiro já está desfraldada.
E isso, causa sim, uma frustraçãozinha na Mãe aqui e no Pai também.
Mas, ter paciência é preciso.

Voltaram as aulas e semana passada conversando com a professora, passados os dias de adaptação e a problemática de não comer, ela perguntou se podia desfraldar o Otto, já que quase todos já estavam desfraldados na sala dele.
Concordei, expliquei como ele reagiu quando tentei, mas acreditei sinceramente que já estava mais esperto, mais "amadurecido" e derrepente vendo o exemplo dos amiguinhos, isso aconteceria naturalmente.
E iniciamos na semana passada.

Primeiro dia: De manhã ele ficou de fralda, mas a tarde a Tia Valquiria conversou e disse que ele ficaria de cueca. E ele não fez xixi a tarde inteira. Depois do banho, colocaram a fralda pois ele sempre dorme, e quando peguei-o as 18h a fralda estava carregada.

Segundo dia: Otto ficou mega irritado a tarde inteira, se jogava no chão, gritava, esperniava, não participou das atividades, não brincou e com isso a Tia Vlaquiria ficou preocupada, pois ele não é assim.
Ela o levou inúmeras vezes ao banheiro e num desses momentos logo após sair de lá ele fez xixi, na roupa.
E disse que depois do banho, quando colocaram a fralda ele ficou super bem humorado, brincando...ficou normal.
Fim de semana chegou e a Mãe aqui ia deixá-lo de cueca, pra ir acostumando, mas...ele estava com intestino solto no sábado, não rolou.

Terceiro dia: Domingão, Papai encheu a piscina, vieram amiguinhos dele passar o dia, mas antes disso eu já o tinha deixado somente de cueca e sempre perguntando.
Coloquei no banheiro, sentei no vaso, falei que ele podia sentar e fazer como a Mamãe, nada.
Apelei e abri a torneira, nada.
Apelei ² e coloquei-o no chuveiro, pensando que assim ia rolar e ele ficou ainda mais irritado, gritando, chorando.
Não, ele não fez, nem no chão, nem no banheiro, nem em lugar nenhum. NÃO LIBEROU O DITO CUJO.

Não sei se por conta disso, ficou tão zangado que não quis saber dos amiguinhos, dos avós, da piscina, de nada.
Depois do banho, percebi que estava com sono, coloquei a fralda e fiz dormir.

Hoje seria nosso quarto dia de tentativa, mas, fui conversar com a professora pra saber como andava, já que comigo no fim de semana ele não fez e ainda ficou irritado, ela me relatou isso e disse que se eu quisesse ela continuaria, mas está com receio de acabar criando um trauma nele, já que demonstrou insatisfação e até uma irritação fora do normal, e ele é sempre bem tranquilo, apesar de sapeca.
Concordei com ela e mais uma vez vamos recuar, mas, vou marcar consulta com a Pediatra pra saber o que posso fazer além do que já tentei e das coisas que leio sobre o assunto.

Das poucas vezes que fez no chão, enquanto estive em casa, nunca briguei com ele.
Sempre com calma, explicando sobre fazer no banheiro.
Já sugeri molhar as plantinhas do jardim, a bicicleta (tenho uma bicicleta no jardim de madeira com flores), enfim...já tentei tudo, ou seria quase tudo...

...exaurindo com isso minhas tentativas e aumentando minha preocupação.

Alguma coisa teria que dar trabalho:
Otto sempre foi calmo quando bebê,
sempre dormiu muito e bem a noite,
desmamou fácil e largou praticamente sozinho,
sempre dormiu no quarto dele,
se adaptou bem a troca do berço pra caminha,
se adaptou bem a creche (apesar de alguns dias nem querer entrar),
sempre ficou super bem sem a mamãe ou o papai, com os avós (e sempre explicávamos o que íamos fazer, que íamos voltar logo) deixando-o sempre bem seguro.

Então, sinceramente, achei que não fosse ter tanto trabalho para desfraldar, aff. Ledo engano.

Alguém tem alguma sugestão milagrosa?!
Será que estou atropelando as coisas?!
Será que é mesmo a hora?!

Mamãe do Otto.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Retornando a creche, mas lá ele não come.

Isso mesmo, estamos retornando a creche. Na verdade isso aconteceu na semana passada, mas como teve adaptação, essa semana foi a primeira de integral.
Bom, o Otto está bem. Gosta do ambiente, das crianças, chega pela manhã já perguntando pelos amiguinhos, mas muitos só ficam a tarde. Mas ele se adapta bem a esse tipo de coisa.
O que tem deixado preocupada é a alimentação, e não é pra menos, pois ano passado ele acabou tendo anemia e várias infecções por conta de alimentação ruim, mas, ele tinha uma mega dificuldade em comer, isso é lá verdade.

Mas isso mudou nas férias. Fiquei com ele 15 dias em casa e a rotina era  a seguinte:

8h - mamadeira vermelha (frutas, beterraba, ninho)/minguau de farinha láctea, cremogema...
11h/12h - almoço (nada amassado, mas com muito caldo, macarrão cortadinho, carne desfiada) com sobremesa (danoninho, geléia)
13h/14h -  mamadeira vermelha (essa é a hora do sono e ele sempre pede mamá, pode ter almoçado a pouco tempo, mas não dorme sem mamadeira)
14h - HORA DO SONO (hora feliz para a mamãe, que descansava junto, pois ele dorme bastante a tarde,só acordava perto das 17h)
17h - biscoito, até o jantar ficar pronto.
18h/19h -  jantar
21h - mamadeira vermelha e cama.

* a mamadeira vermelha foi inserida no cardápio dele por conta de uma anemia no fim do ano passado, depois de tomar 7 antibióticos por infecções diversas (ouvido por duas vezes, garganta, etc).

Depois desses 15 dias, veio o mês de Janeiro e tive que voltar ao trabalho, ficando então ele com as duas avós, cada dia com uma, quis assim para não cansá-las e também para ele não se habituar somente com uma delas.
Eu e o Papai, escrevemos a rotina do Otto para cada uma delas, explicando tudo com riqueza de detalhes, por exemplo: que não amassamos mais nada, deixamos inteiro (arroz, feijão), mas desfiamos a carne e colocamos bastante caldo, ele gosta de comida bem molhada, mas não precisa ser papa. Se tiver suco ele bebe, senão tiver, é só ir enrolando que ele vai comendo.
Agora, é aquilo, tem que distrair, dar alguma coisa na mão dele pra brincar, mostrar o passarinho, a árvore, o avião, desviar a atenção dele da comida, e assim ele vai comendo tudo.
Funciona até hoje, mas pra isso, tem que ter paciência.
Como ele ainda estava se recuperando da anemia, tinha que se tudo muito rígido, até porque todos nós sabemos que vovó, se deixar estraga messsssssmo.
E assim foi feito.
Comia de tudo, frutas como manga, sucos em geral, até engordou.
Mantivemos o horário da creche para que não tivesse mudança brusca quando retornasse e não acontecesse justamente o que está acontecendo, NÃO COMER!

Já conversei com ele e falei que todos comem, que ele tem que comer lá também pra ficar fortão como o Papai, que os amiguinhos dele comem.
Que se ele não comer, a Mamãe não vai deixá-lo lá e aí ele sentirá saudades da Geovana, do Joaquim, que são de quem ele mais fala.
Todo dia tem uma estória pra contar e lá está o Joaquim no meio dela, mas isso mudou, porque no ano passado eram o Hagus e o Miguel nessa posição.

Tenho consciência que é uma fase de adaptação, com as pessoas, com a comida, tempero, maneira diferente de comer todos juntos, apesar de já ser assim antes das férias, no último mês do ano passado, ele acabou ficando meio período.
O que não acho normal é não comer nada, essa semana por duas vezes, mamou comigo em casa (7h) e quando cheguei na hora do almoço o Otto não havia feito a colação e nem almoçado, aff.
Quase 6 horas sem comer nada. Daí levei pra casa e comeu toda a comida, putz.
Isso me preocupa muito, pelo fato dele não poder perder peso por estar na fronteira com a baixa de peso, ele tem 2 anos e meio e não pesa 12kg, acho que nem chegou aos 11k.
Mesmo sabendo que é fase de adaptação, não posso deixar meu filho sem comer, por horas, a fim de se adaptar.
E se cair doente novamente? Quero nem pensar.

Hoje, sábado, ele mamou as 6h, acordou as 8h, perto das 9h comeu uma caneca de mingau de farinha láctea, almoçou as 12:30h, mamou as 14h e dormiu.

Resumindo, ele era ruim de comer, agora come super bem, em casa.

Para esse problema eu não tenho a solução. :(


Jana, mamãe do Otto

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Cadê o pinto da Mamãe?

Pois é meus queridos, chegamos na fase do: Cadê? O que é isso? (tô achando cedo demais)

Tomava banho pela manhã e o Otto entrou no banheiro como de praxe, sendo que dessa vez, algo lhe chamou a atenção, ele "espichou" o pescoço, olhou bem olhado pra mim e...soltou a dúvida:

CADÊ O PINTO DA MAMÃE?

Aff, não esperava, sinceramente!  Subestimei-o.
Ele é observador e até minucioso, mas só tem 2 anos de idade.
Minha reação foi rir e falar, pergunte ao seu pai.
Não agi certo, tenho consciência disso, mas na hora, de surpresa, não me veio súbita resposta.
Mas o SUPER PAPAI, dirimiu a dúvida do pequeno.

Outra tirada dele, depois de 2 dias de retorno a creche, ainda período de adaptação, o pai, ao chegar em casa, estava conversando com ele os dois no quarto e pergunta.
Otto, você tem namorada?
A reação dele nos surpreendeu: colocou a mão na boca, cheio de vergonha pôs a rir, como quem diz, tenho, mas tô com vergonha de falar, lembrando 2 ANOS!
Daí Gustavo perguntou novamente e ele teve a mesma reação, cheio de vergonha.
Então o Papai insistiu: então se você tem namorada me fala o nome dela?
GEOVANA. Soltando um sorriso de canto de boca.

Papai, ESTUPEFADO, caiu a rir e a elogiar , perguntar como ela é.
Mas ele ficou com vergonha e saiu correndo dali.
Depois de alguns minutos vem Gustavo, Jana, vc ouviu isso? E me contou a estória.

Chegamos a conclusão que ele devia estar morrendo de saudades da Geovana, que era a única menina da sala, mas como nunca nem tocou no nome dela, sempre comentava sobre os amiguinhos, nunca imaginaríamos tal afeição.
Mas, no primeiro dia de adaptação, a Geovana neste ano, chorava  muito, e a mãe dela veio comentar comigo que ela só parou, porque o Otto pegou ela pela mão e levou pra sala pra brincar. Segundo a mãe dela, dali pra frente ela ficou super bem.
Eu não fiquei na creche pois como o Otto estava cheio de saudades, ele foi chegando, entrando, ficando e me deu um beijo e tchau. Mas me foi relatado que está um grude com Geovana.

E novamente me surpreendeu porque no fina do ano passado, ele não queria ficar e teve problemas com alimentação, ficou bastante doente, então dei graças por ter ficado tão bem.

NOS SURPREENDE A CADA DIA!


Mamãe do Otto.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

BIG BROTHER BRASIL - Você gosta disso?

Recebi da minha irmã, por e-mail. E, ao contrário da maioria dos brasileiros, não, nós aqui em casa, não assistimos a esse programa. 
Então partilhamos da mesma opinião que o camarada Luiz, mesmo não tendo certeza da autoria, resolvi postar, por achar ESCLARECEDOR.


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BIG BROTHER BRASIL 
(Luiz Fernando Veríssimo) 
  
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A  décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência. 

Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE... 
  
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas. 
  
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que  recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. 

Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade. 

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? 

São esses nossos exemplos de heróis? 

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados.. 

Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia. 

Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. 

Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo. 

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. 

E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!! 

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão. 

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? 

(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!) 

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. 

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ler a Bíblia, orar, meditar, passear com os filhos, ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. 

Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade. 
Um abismo chama outro abismo.