domingo, 20 de dezembro de 2009

Fim do ano, então...

Foto da Lagoa perto de casa, tirada pelo marido.


Lá vamos nós colocar na balança tudo que se passou... analisar gestos, ações, emoções.
Eu, pelo menos, sou adepta sim das análises.

Gosto de concentrar minha energia, quando chegamos ao fim de um ano, e pensar em tudo que passou, pedir desculpas pelos erros, exaltar os acertos, analisar os feitos e os defeitos.

Gosto principalmente de agradecer.
Agradecer por não ter conseguido emprego, assim pude ficar mais tempo com meu filho e conhecer cada pedacinho dessa pessoinha que recebemos a missão de ajudar a construir.
Agradecer pelas dificuldades, porque com elas, a maioria de nós, aprende a ter cautela pra tomar qualquer decisão que possa afetar a nossa vida, seja afetiva ou financeira.
Agradecer pelos erros e contradições pois com isso pude entender que a minha opinião não pode ser soberana e prevalecer se estiver prejudicando alguém.

Mas claro, como todos, eu também peço.
E tem algo que peço, pedirei e pedi o ano inteiro, SERENIDADE.
Porque tenho a opinião que em qualquer situação, quando a temos tudo fica mais sábio, menos doloroso, mais sutil, menos temeroso.
Peço luz, pra clarear não só nosso caminho, mas nossa mente, nossos olhos, pra nos permitir ver além da dificuldade, do problema, enxergar a solução, a felicidade sempre.

Ah! Tenho o hábito de fechar os olhos, mentalizar e visualizar, como num flash back, todas as pessoas que estão e passaram pela minha vida, seja amigo de faculdade, familiar próximo ou a anos não visto, colegas que um dia trabalharam comigo, pessoas do prédio onde morava, os novos vizinhos e claro amigos queridos, pais, irmãos. E para eles peço com o coração pulsando de amoroso calor: serenidade, caminho iluminado, saúde e paz.
Porque eu sei, que se todos estiverem bem, sinceramente estarei feliz por eles.
Porque quando a gente gosta de verdade, a gente deseja com sinceridade que a felicidade inunde a vida de cada um deles.

Agora, meu desejo especial vai pro meu coração externo, aquele que bate fora do meu corpo, o pedacinho de mim e do Gu, homem que escolhi amar e que me ama, o melhor de nós dois...Otto.
Desejo pra ele, bom...na verdade é tanta coisa que desejo que não sei "palavrear".
Porque são sentimentos e, descobri depois do Otto, que existem sentimentos, emoções que a razão desconhece, se sente e pronto. Nos inunda e nos faz o melhor que podemos ser...

... E por sentir tão intensamente esse amor por ele, revivo toda noite ao deitar: a energia trocada, o olhar que se cruza, o beijo regado com sorriso de bom dia, o upa, o "namorar a mamãe", as gracinhas, as descobertas, as palavrinhas ditas e até mesmo as pirracinhas me emocionam.
Nesse momento, com olhos marejados, agradeço por tudo. E agradeço ainda a oportunidade de estar viva e poder sentir. Porque, pra mim, o sentimento é o combustível da vida.

Obrigada meu Deus!

Feliz Natal!
Feliz 2010!

By Jana.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

"Seja mais do que importante, seja raro".

Recebi do maridão por e-mail e resolvi postar aqui, por achar lindo e interessante.


"Seja mais do que importante, seja raro."


Escrito por REGINA BRETT, 90 ANOS, CLEVELAND, OHIO

Para celebrar o envelhecer, uma vez eu escrevi 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais requisitada que eu já escrevi. Meu taximetro chegou aos 90 em Agosto, então aqui está a coluna mais uma vez:




1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.

3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.


4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer.

Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.





5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.

6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.

7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.


8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele aguenta.




9. Poupe para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.


10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.


11. Sele a paz com seu passado para que ele não estrague seu presente.


12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.



13. Não compare sua vida com a dos outros.
Você não tem ideia do que se trata a jornada deles.

14. Se um relacionamento tem que ser um segredo,
você não deveria estar nele.


15. Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.


16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.


17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.




18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.


19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz.

Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.


20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida,

não aceite não como resposta.

21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante.

Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.


22. Prepare-se bastante, depois deixe-se levar pela maré.




23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.


24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.


25. Ninguém é responsável pela sua felicidade além de você.


26. Encare cada "chamado" desastre com essas palavras:

Em cinco anos, vai importar?


27. Sempre escolha a vida.




28. Perdoe tudo de todos.


29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.


30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.


31. Independentemente se a situação é boa ou ruim, irá mudar.


32. Não se leve tão à sério. Ninguém mais leva...



33. Acredite em milagres.

34. Deus te ama por causa de quem Deus é,

não pelo o que vc fez ou deixou de fazer.


35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.


36. Envelhecer é melhor do que a alternativa: morrer jovem.






37. Seus filhos só têm uma infância.




38. Tudo o que realmente importa no final é que você amou.


39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.


40. Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha

e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.


41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.




___
42. O melhor está por vir.


43. Não importa como você se sinta, levante-se, vista-se e apareça.


44. Produza.


45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente."

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

1 ano e 4 meses

A verdade é que o primeiro mês dos pais de primeira viagem parece uma eternidade.
Tudo é novo, diferente, desafiador. Você tem um serzinho dentro de casa que precisa aprender a enteder, decifrar e o amor nos leva, nos ensina, nos guia. E tudo vai ficando bem.
Daí, as pessoas falam que vai passar rápido, que vamos sentir falta daquele bebezinho que muito dormia, mamava e pouco chorava...e na hora você nem assimila aquela frase, as vezes nem a ouve realmente.
E depois acontece de perceber que seu bebê está fazendo 1 ano...na cabeça vem, mas já!

Mas, estou chegando a conclusão de que depois do primeiro ano, os dias não passam, voam.
Eles não crescem, dão saltos de desenvolvimento.
Acordam e já falam uma palavrinha nova.
Fazem uma nova sapequice.
Sobem em coisas, que você não tinha idéia que iriam escalar. E ainda aprendem a descer.
Nos imitam, muito...
Mostram sua personalidade.
Mostram que tem vontade...
...que ali tem alguém.

E aí, vem o orgulho dos pais.
Por ter conseguido passar pelo primeiro ano, e não ter "quebrado" aquele pacotinho que chegou.
Por ver que é esperto, basta ensinar uma única vez.
E quando a gente diz não e eles riem, saem correndo ou fazem caretinha, a gente acha graça. Porque é a coisa mais gostosa do mundo perceber que cresceu, pois agora eles interagem.

Otto, mamãe te ama o infinito!



Postando o desenvolvimento do bebê de 1 ano e 4 meses


Coragem para novos desafios


Seu filho continua explorando tudo o que vê, como já faz há alguns meses: inspecionando as coisas com cuidado, pondo na boca, girando, jogando no chão. Mas agora ele vai começar a querer ir mais além, testando seus próprios limites físicos.

Já que sabe andar, tentará caminhar carregando uma caixa mais pesada. É teimoso: muitas vezes não vai conseguir. Deixe-o fracassar, em vez de ajudá-lo. Ele precisa aprender que certas coisas ainda não é capaz de fazer.

Mas empurrar uma cadeira até a estante, para subir e alcançar os objetos "proibidos" que ficam lá em cima, isso ele pode conseguir. Por isso, toda atenção é pouca, principalmente na cozinha, uma área de risco para a criança.

Com esta idade, o perigo de intoxicação também é grande. Tire produtos de limpeza e remédios de vista, mesmo em lugares altos.

Seu filho ainda não está andando sem apoio? Experimente uma brincadeira. Ponha-o de pé encostado numa parede, afaste-se mais ou menos um metro, estique a mão e peça a ele que chegue até você. Leve a criança de volta para a parede e vá se afastando cada vez mais, sempre fazendo muita festa conforme a distância aumentar.

A coordenação motora fina está cada vez melhor. Seu filho começa a conseguir virar as páginas de revistas ou livros, e saberá o que fazer se você colocar um giz de cera na mão dele. Só não saberá onde fazer, por isso fique por perto para não acabar com paredes e móveis rabiscados.

É um bom momento para experimentar pintura com os dedos. Use guache ou faça sua própria tinta, misturando corante para doces com farinha e um pouco de água. Grude o papel na mesa, com fita adesiva, para facilitar. Se puder fazer isso no quintal, melhor. Senão tente dentro do box do banheiro -- fica mais fácil de lavar depois. Não se esqueça de tirar fotos da bagunça!

Introdução ao certo e ao errado

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Seu filho aprende rápido quais comportamentos lhe garantem atenção -- e quais terminam em bronca. O impressionante é ver como ele sabe que certas coisas são erradas para uns (socar a porta fazendo o maior barulhão, na sua frente) e certas para outros (o irmão mais velho vai achar a brincadeira superengraçada).

Ele também imita as ações para demonstrar afeto. Se recebe beijos e abraços, provavelmente vai distribuí-los também.

A imitação é base para brincadeiras, por isso tudo o que imite a vida do dia-a-dia vai interessá-lo (telefones de brinquedo, panelinhas, carrinhos, bonecas).

Seu filho já pode aprender a dizer as palavras mágicas "por favor", "obrigado" e "com licença". Não precisa obrigá-lo a dizer toda vez, mas mostre como as pessoas ficam felizes de vê-lo ser tão educado.

Braveza incontrolável


Você sempre achou que, por ser uma mãe calma, obviamente ia ter um filho comportado, certo? Errado, porque até a mais boazinha das crianças tem chiliques e acessos de fúria nesta idade. Você não tem como controlar o comportamento do seu filho a todo momento. Por um lado, são impulsos normais, mas por outro você vai precisar contê-lo.

Quando ele atira objetos ou até se atreve a bater em você, é seu papel ajudá-lo a se controlar e expressar o que está sentindo de um jeito mais adequado.

Tudo para crianças dessa idade é exagerado. Quando estão invadidos por muitas emoções negativas, demonstram que estão prestes a ter um ataque de birra: parece que procuram a bronca, para depois se acabar de chorar. Depois que a crise de choro termina, a criança se sente melhor.

Entende mais do que fala


Com 1 ano e 4 meses, as crianças normalmente possuem um vocabulário de cerca de sete palavras, mas isso pode variar bastante. O fato é que ela usa muito mais a comunicação não-verbal que a verbal, mesmo se for bem falante.

A criança entende bem mais do que consegue falar. O difícil para ela não é entender o que é dito, mas coordenar o movimento dos lábios e da língua, além da respiração, para conseguir se fazer entender.

Fascínio por animais


Minhocas e mosquitos podem ser incrivelmente interessantes para uma criança desta idade. Ferramentas são outro sucesso no ranking de brincadeiras. Sempre que vir seu filho muito intrigado com alguma coisa, converse sobre aquilo.

"Você está ouvindo o passarinho cantar?", ou "Vamos procurar uma pedra que seja bem lisinha?". O incentivo à observação é excelente para desenvolver a capacidade sensorial da criança.

Você já conseguiu ler um livrinho inteiro para o seu filho? Algumas crianças são mais atentas que outras, mas com esta idade elas começam a ficar mais interessadas nas histórias em si. Um dos passatempos preferidos pode ser apontar as figuras e dizer o nome delas, mil vezes (já reparou como eles gostam de repetição?).

Aproveite o entusiasmo e pergunte: "Mostre para a mamãe onde está a galinha". Ele provavelmente vai se divertir virando as páginas -- talvez até fique muito bravo se você tentar ajudá-lo, num sinal de sua crescente independência.


Fonte: http://brasil.babycenter.com/

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Escolhendo a escola do meu filho.






Fim de ano chegando, mamãe cheia de expectativa para voltar ao mercado de trabalho em 2010, mas...e o Otto? Sempre me perguntam. Bom, o Otto vai para creche/escolinha.

A reação é: Ah, mas é tão bebê ainda!

Sinceramente também acho e a nossa intenção (minha e do maridão) era que ele ficasse em casa com a mamãe ao menos até os 3 anos, quando na minha opinião tem maturidade pra entender, assimilar, socializar, aprender pra crescer. Opinião essa reforçada por Steve Biddulph em seu livro, Criando Meninos, que nele sugere a ida de meninos para a escola somente aos 4 anos.
Embora tenha consciência que aprende-se em qualquer idade, pois são uma caixinha "vazia" a espera de informações.
Bom, mas a mamãe quer e precisa trabalhar, então, começa aqui uma busca pela melhor escola. E aí analisamos fatores que pesem a favor não só do ensinamento, mas dele passado com carinho, respeitando o tempo e a dificuldade de cada um em assimilar, e com qualidade.
Queremos uma escola que reforce os valores morais que ensinamos em casa. Sim, porque querendo ou não, a escola onde nosso filho passa grande parte da vida, tem influência forte na formação dele e é importante que nela existam projetos, estímulos, trabalhos que conscientizem a criança/o jovem sobre a importância de se respeitar o próximo e a natureza.
Queremos uma escola que ensine além do material diático.
Que tenham professores desprovidos de qualquer "pre" (julgamento, conceito).
Que ofereçam profissionais que amem o que fazem, pois sabemos que quando amamos o que fazemos, damos o melhor de nós e aí as coisas fluem naturalmente e com tal intensidade que chega-se quase a perfeição.
Que ouçam os pais com ouvidos e olhos abertos, de maneira a somar sempre.

Claro que, em se tratando de pré-escola, queremos que antes de tudo acolha nosso filhote, como se em casa estivesse. Respeitando horários pra aqueles que tem rotina, como o Otto, dando-lhe aconchego, carinho, atenção, segurança para que a criança aceite e entenda mais facilmente e com o mínimo de estranheza a sua saída de casa, essa nova vidinha, facilitando assim sua socialização.

Sei que tudo isso é possível, mas também sei que por muitas vezes não encontraremos tudo num mesmo lugar, então cabe a nós refletir. Afinal que escola queremos para nossos filhos?

Então, boa sorte pra nós mamães que sempre queremos o melhor dos mundos.