domingo, 6 de junho de 2010

Mamãe em busca de emprego.

A conquista do mercado de trabalho pela mulher tem saído caro demais. Pois a quantidade de tempo que ela dispõe para ficar com o filho, não tem qualidade.
O mercado suga toda energia e acaba-se não fazendo algo com qualidade, como acompanhar a rotina, conversar com os pequenos, ouvir suas necessidades, brincar...
Até há bem pouco tempo, a decisão de trocar a carreira pela dedicação exclusiva à família era percebida como sinal de derrota ou como atestado de despreparo profissional. O que se esperava das mulheres é que fossem bem-sucedidas na carreira e conseguissem, ainda, administrar com perfeição o lar e o tempo com as crianças. A mãe que em nome dos filhos desistisse do trabalho passava por desocupada.


Sou a favor que a Mamãe abandone por um certo período a vida profissional, porque acho necessário sua dedicação integral e total ao bebê. Mas não abandono de vez.
Acho importante não só para a saúde financeira da família como também para o bem estar da Mamãe que ela seja útil não só como educadora, criadora, genitora, mas como parte sustentável da família.
Sim é fundamental o que ela faz: lavar, passar, cozinhar, arrumar, cuidar, educar, mas ela precisa se sentir necessária também fora de casa, afinal, serviço de casa, não tem lá seu valor real.
Pega-se tudo pronto e arrumado, mas quem não o fez, não sabe o trabalho que deu. Além, claro, de não gerar renda que ajude nas contas.


E decidi-se então que é preciso executar a difícil tarefa de buscar emprego, depois de ser mamãe estando desempregada.
E ela se torna ainda mais complicada se você se muda da cidade (onde as oportunidade e a rede social são bem maiores) para o interior (de onde você saiu a anos e muitos contatos se perderam). 
O retorno as origens é saudável pra sua família, pro seu filho que vai crescer com qualidade de vida, mas, lá  as pessoas não conhecem seu perfil profissional.
O que fazer nessa situação? Não sei. Estou passando por ela e sinceramente, estou um pouco perdida.

A realidade está batendo na porta e você, insegura, mas decidida a trabalhar. Isso já é alguma coisa.
Dê uma coisa você tem certeza, não quer sacrificar o pequeno, chegando em casa as 11h da noite, saindo as 5h da manhã. 
Você quer algo que valorize suas qualidades profissionais, mas não quer ser escravizada por ele.
Você quer algo que te ajude financeiramente.
Você quer seu lugar ao sol, e só.

Janaína Figueiredo.








sexta-feira, 4 de junho de 2010

1 ano e 10 meses do Otto

Ele é sapeca, gosta de desenhar, conta de 1 até 5 e conhece os números, conhece também as cores primárias e gosta muito de correr no jardim.
O Otto é assim e muito mais.
Ele gosta de desenho, agora Miss Spider, Pocoyo, Pingu. Além de assistir a filmes inteiros como Madagascar, A Era do Gelo e Monstros S.A. Imita as falas, corre quando eles correm, grita quando gritam, kkkk. Muito lindo!
Ele não tem dificuldade com interação, nem tem ciúmes dos brinquedos por exemplo. Mas é do tipo que não chega rindo, ele primeiro observa quieto, mas em 10 minutos vai começando a se soltar. Depois é só alegria, brinca mesmo.

Bom, está decidido. Não terá festa mas sim uma comemoração íntima em nosso aniversário. 
Conversei com Gu e decidimos fazer a festa de 3 anos, porque até lá estará na escolinha, terá mais amiguinhos além da família e estará entendo bem o que é festa, com isso curtirá muito mais. 
E a Mamãe aqui, estará trabalhando com a graça de Deus.

Esteve gripado pela primeira vez, pois é, com 1 ano e 9 meses. 
Já esteve resfriado, que curava com nebulização com soro e muita água, pois nunca tomou xarope, segundo a Ped dele e alguns amigos médicos, não vale de nada.
Mas, desta vez ficou com ouvido infeccionado e garganta inflamada, que dó. Mas, ainda assim medicamos somente com homeopatia (primeira vez que usei), muita nebulização, soro no nariz e remédio no ouvido.


Vou postar o que retiro do site sobre a idade dele:

A criança de 1 ano e 10 meses

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil 

Desenvolvimento físico: dedinhos ágeis 

Fique só de olho para ver como seu filho vai usar as mãos e os dedos para construir torres de bloquinhos, encaixar peças ou tentar passar uma fita por um buraco feito no papel. Brincar com massinha ou argila também é uma ótima forma de aperfeiçoar ashabilidades motoras.

Os pequenos movimentos de dedos, mãos e pulso envolvidos nessas atividades são a base para a construção de outras importantíssimas conquistas físicas e mentais. Por exemplo, para fazer uma torre, a criança precisa saber como empilhar as peças e bolar um plano em sua cabeça para criar a estrutura. 

Muitos gols pela frente 

Outra habilidade mais desenvolvida nesta fase é a de chutar uma bola grande sem cair. Não se preocupe se seu filho estiver tendo certa dificuldade para se equilibrar em uma perna só a fim de chutar com a outra. Simplesmente mostre como se faz e depois jogue a bola para que ele tente. Festeje mesmo que ele só consiga encostar a pontinha do pé e fazer um minimovimento: "Que golaço!".

É possível que a criança já esteja craque em correr, mas não muito boa em parar ou virar para um lado uma vez que tenha pego impulso. Prepare-se para asquedas e os muitos machucados que vêm pela frente, até que a coordenação para desacelerar melhore. 

Desenvolvimento emocional e social: olha só quem manda! 

Agora que consegue se comunicar com palavras e gestos, seu filho pode se revelar um belo mandão. Mas a verdade é que ele só está experimentando para ver como a comunicação afeta as pessoas ao redor.

Pode ser que ele grite "Não!" assim que você começar a cantar uma música que ele adora. Não é que ele queira mesmo que você pare. Serve mais é para observar como você responde a uma ordem.

"Olha!" (ou mais precisamente "óia!") é outra coisa frequente que sai da boca das crianças nesta idade, que anseiam muito pela aprovação dos pais. Mostre que você notou os desenhos, o brinquedo ou o que quer que seu filho esteja apontando. Palavras de incentivo servem para que ele tenha confiança em continuar a explorar novidades. 

Amigos e inimigos 

Há crianças que cobrem os pais de abraços e beijos e respondem correndo quando são chamadas. Gostam também de se mostrar prestativas, embora não saibam direito o que quer dizer cooperar -- ajudam mais por perceber que isso alegra os adultos.

Outras, contudo, passam a ser desobedientes e desafiadoras. Se seu filho não anda lá muito carinhoso e bem comportado, tenha paciência, já que este é um momento confuso para as crianças, porque ainda não conseguem expressar direito o que sentem.

Procure entender se há algum motivo específico para as birras (chegada de um novo irmão? mudança de casa? doença na família?). Às vezes uma criança fica cheia de sentimentos que não sabe como explicar. Faça muitas perguntas e demonstre sempre o seu amor. 

A volta das noites em claro! 

Sonecas da tarde longas demais podem acabar afetando o sono da noite e trazendo de volta as temidas madrugadas sem fim para toda a família. A partir de agora, talvez você tenha que limitar o soninho diurno, fazendo experiências para ver quanto de tempo é necessário para deixar seu filho revigorado sem prejudicar o sono da noite.

Outra coisa importante é ter aquela famosa rotina de dormir bem estabelecida. Pode ser um banho seguido de uma história ou música, mas não vale ficar no quarto até a criança dormir. Crianças acostumadas a pegar no sono sozinhasvoltam a dormir mais fácil quando acordam no meio da noite do que aquelas acostumadas a um colo ou à presença de um adulto no quarto. 

Desenvolvimento da linguagem: entendimento das palavras 

O vocabulário típico de uma criança de 1 ano e 10 meses geralmente consiste em cerca de 20 palavras, e muitas já conseguem combinar algumas para fazer perguntas ou comentários.

Isso não significa que é para começar a fazer listinhas das palavras! Lembre-se de que as crianças entendem muito mais do que falam, e a compreensão é essencial para o desenvolvimento da linguagem. Assim sendo, o "vocabulário" acaba sendo muito maior do que parece.

Se você apontar para partes do corpo, é bem provável que ele consiga dizer o nome de cinco ou mais, mas, se ainda não tiver chegado lá, veja se ele mostra no próprio corpo onde está a que você perguntou ("Cadê o nariz do João? E a boca?..."). 

Prazer da leitura 

A maioria das crianças adora olhar livros e identificar dentro deles objetos familiares (mesmo quando o livro está de cabeça para baixo). Mesmo que não dê para prender por muito tempo a atenção delas nesta idade, não é necessário ler correndo para terminar a história. Na realidade, quanto mais rápido você ler, menos atenção despertará.

Procure ler devagarinho para que seu filho compreenda a história e permita que ele vire as páginas e procure as figuras ou objetos que possa identificar e nomear. Pare quando notar cansaço. Momentos de leitura prazerosa e cercada de carinho são muito mais importantes do que chegar ao final da história.