terça-feira, 7 de setembro de 2010

Necessidade de mudar...

Não gente, não é blog novo ou rackearam o meu não...
É necessidade de mudar.


Isso mesmo, acontece que esse blog na verdade, teve seu nascimento numa sugestão do meu marido de criar um diário sobre a minha gravidez pra poder registrar tudo e um dia ler e matar a saudade.
Mas a "internética" mamãe aqui, no momento da gravidez, pensou: "Vou criar um blog.", eita mulher folgada!


E assim o fiz. E desde 2007 bato ponto aqui, contando tudo sobre a gestação, depois o mês a mês e agora sobre as fases do Otto.
E justamente por como ator principal, o Otto, resolvi mudar o domínio do blog para: "Coisas do Otto".
Nada mais justo, afinal, é sempre dele que conto mesmo...


Então, vou continuar portanto nossas fases e ainda o desenvolvimento mensal dele, afinal, ele é meu bebê de 25 meses.




E segue então o desenvolvimento do bebê de 25 meses, segundo o site:
http://brasil.babycenter.com/toddler/desenvolvimento/vinte-cinco-meses/



Desenvolvimento físico: energia e independência 

Com o andar firme e os passos mais equilibrados, seu filho já tem o caminhar mais parecido com o dos adultos, fazendo um movimento com os pés apoiados primeiro no calcanhar e depois nos dedos. Isso possibilita que ele tenha mais habilidade para correr, pular e jogar bola -- ótimas maneiras de gastar um pouco daquela aparentemente inesgotável energia. 

Procure reservar um tempinho todos os dias para que ele realmente possa brincar fora de casa (ou do apartamento), em atividades ao ar livre que envolvam esforço físico. A movimentação do corpo ajuda a criar força e a melhorar a coordenação motora. 

Essa coordenação também é essencial para os cuidados com a higiene que a criança começa a querer tomar conta por si só, como a 
escovação dos dentes e a lavagem das mãos. Por mais molhação que aqueles poucos minutinhos no banheiro causem, tente se conter e deixar que ela pratique um pouco, já que estes são importantes marcos de independência. 

Destro ou canhoto? 

No último ano, talvez você tenha notado uma certa preferência por uma mão ou outra, mas é daqui para a frente que o uso de uma delas será mais contínuo e ficará mais fácil de saber se seu filho é destro ou canhoto

Na dúvida, você pode segurar um brinquedo a uma certa distância e observar qual das mãozinhas ele usará para pegá-lo. Outro truque é reparar com qual delas ele segura a colher para comer. A mão dominante geralmente é mais forte e hábil. 

Uma minoria de crianças permanece ambidestra, ou seja, utiliza ambas as mãos igualmente, até um pouco mais tarde. Há ainda as que usam a mão dominante para se alimentar e escrever, porém a outra para jogar ou chutar uma bola. 

Essa é uma herança basicamente genética. Somente 10% das pessoas são canhotas, mas, se pai e mãe forem, a chance de o filho ser também aumenta para de 50%. 

O importante é não tentar mudar a preferência nata da criança, o que pode causar muita frustração e aborrecimentos, além de problemas futuros na escola.

Desenvolvimento emotivo e social: mordidas 

Crianças desta idade costumam morder quando estão bravas ou se sentem ameaçadas, geralmente porque têm dificuldade de se comunicar melhor. Já que ações falam mais alto do que palavras, lá vão elas e…nhac! 

Agora, só porque dá para entender, não quer dizer que seja um comportamento aceitável. Pelo contrário. Explique com calma e firmeza que isso não é permitido pelas boas regras de convivência, porque machuca as pessoas. Se a criança que foi mordida por seu filho estiver por perto, procure confortá-la. 

Evite muito alvoroço no momento, porque isso muitas vezes só estimula o "mordedor" a fazer de novo para receber mais atenção. Mais tarde, volte a conversar sobre o assunto, sempre procurando explicar como proceder melhor: "Tudo bem que você ficou bravo porque o Pedro pegou seu brinquedo, mas não pode morder. Dá próxima vez, fala para ele não fazer isso ou chama a mamãe para ajudar". 

Comportamento: medo do médico 

A capacidade de formar imagens mentais que vão além do que vêem de concreto ao redor é terreno fértil para crianças de 2 anos desenvolverem todo tipo de medos. Junte a isso um desconforto natural com estranhos e a habilidade de lembrar de experiências passadas e é fácil de entender por que muitas delas acabam tendo pavor de ir ao médico. 

Cabe a você tentar "desmistificar" a experiência, explicando sempre com antecedência o que vai acontecer no consultório ("Primeiro ele vai perguntar como você está, depois vai pedir para ouvir o seu coração, colocar aquela luzinha no ouvido…"). 

Nunca minta dizendo que a vacina não vai doer ou que nenhuma injeção vai ser aplicada desta vez. Melhor explicar que dói só um pouco, mas é rápido. Procure também se manter calma, porque elas são especialistas em decifrar expressões faciais e linguagem corporal. 

Desenvolvimento da linguagem: sinais de alerta 

Nem toda criança de 2 anos conversa de forma clara, usando frases completas. Algumas se valem de gestos ou de palavras bem básicas por meses a fio, enquanto outras até que falam, mas de um jeito que só mamãe e papai conseguem entender. A princípio não há motivo de alarme em ambos os casos, apenas mantenha a atenção para ajudar ao longo deste complexo processo. 

Problemas de pronúncia são bastante normais (sendo a troca do 
r pelo l um dos mais comuns), assim como a troca de palavras na pressa de falar rápido e até gagueira, e geralmente nem requerem a intervenção de fonoaudiólogos. 

Procure ajuda especializada se seu filho: 

• Quase não falar nada 
• Não imitar a linguagem dos outros 
• Nunca fizer perguntas como "Qué isso?" ou não parecer frustrado por não ser compreendido. 


Um comentário:

  1. Oi querida! Tava sumida.
    Passarei mais vezes por aqui também!
    Bjos

    ResponderExcluir

Obrigada!
Fico muito feliz sempre que leio um comentário carinhoso!
Bjks e fique com Deus!