segunda-feira, 22 de setembro de 2008

A Comunicação do Bebê

Antes mesmo de falar, as crianças já se comunicam com os pais por meio de olhares, gestos e sorrisos. A aquisição do vocabulário de uma criança está diretamente ligada ao quanto a mãe fala com ela. Como a criança só é capaz de dizer o primeiro “mamãe” ou “papai” perto dos 12 meses de vida, até conseguir isso ela se vira muito bem com um grande ferramenta que tem para expressar ao mundo o que sente: seu corpo.
Os órgãos do sentido funcionam como um radar. O bebê não entende o conceito da frase falada, mas sabe o que está por trás disso. Ele percebe a diferença de ser chamado com uma voz suave ou ríspida, ser pego no berço de modo carinhoso ou apressado, o ter a fralda trocada por alguém com cara amarrada ou sorriso aberto. Em resposta, a criança usa recursos corporais como sorrir, franzir o cenho, mexer as mãos ou até abrir um berreiro.
Os bebês não chegam ao mundo falando por que o cérebro humano não nasce suficientemente maduro para isso. Porém, a velocidade com que uma criança aprende a falar é impressionante. Do primeiro para o segundo ano de vida acontece um boom, no qual a criança passa de um repertório de quarenta para em média 600 palavras. Daí para frente não para mais de aprender a falar.

Como eles choram...
O volume do choro de uma criança pode variar de um murmúrio a um berro de 84 decibéis, semelhante a uma britadeira. As razões que levam uma criança a chorar também variam e, com o tempo, os pais passam a identificá-las ao primeiro acorde. Há, no entanto, três tipos principais:
Manha: é a grande arma da criança para fazer prevalecer sua vontade. Aparece nos momentos de birra, quando a criança sente ciúme ou é proibida de fazer algo.
Mágoa: é um choro comum também entre os adultos, o que muda é a situação. A criança chora quando uma brincadeira dá errado, sente medo de ficar só ou em outras situações semelhantes.
Dor: todo mundo sabe o que é sentir dor a ponto de chorar. Nas crianças, isso não acontece apenas quando ela se machuca, mas também quando está com frio ou fome.

Como sorriem...
Estudo recente mostra que o sorriso das crianças ajuda na vida social. As crianças mais sorridentes costumam atrair a atenção dos professores na escola, têm a preferência dos avós e tios e, entre os amigos, são tidas como pessoas “legais”. Assim como o choro, há um sorriso para cada situação, que pode ser agrupado em três famílias:
Fechado: é aquele sorriso envergonhado, acompanhado muitas vezes de um rubor na face. É dado normalmente quando a criança fica sem graça ao receber uma crítica ou elogio.
Superior: é o sorriso social, quando a criança quer apenas ser agradável. É usado quando alguém lhe conta uma história ou quando a criança é apresentada aos amigos dos pais.
Largo: é a demonstração máxima de felicidade, de diversão. É a risada expressiva, com direito a som, quase uma gargalhada. A criança dá essa risada larga quando está se divertindo em brincadeiras ou depois de uma travessura.

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